Pesquisadoras do INI/Fiocruz estão entre os cientistas brasileiros mais influentes em decisões globais
Por Karina Burini | Editado por Alexandre Magno
As pesquisadoras Beatriz Grinsztejn e Valdiléa G. Veloso, do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), estão entre os cientistas brasileiros que mais influenciam decisões no mundo, segundo levantamento divulgado pelo Jornal O Globo.
O estudo, realizado pela Agência Bori em parceria com a plataforma internacional Overton, identificou 107 pesquisadores brasileiros cujos trabalhos são citados em documentos estratégicos, relatórios técnicos e pareceres utilizados por governos, organismos internacionais e organizações da sociedade civil.
Na lista, Beatriz Grinsztejn ocupa a 24ª posição, enquanto Valdiléa G. Veloso também figura entre os nomes de destaque ocupando a 51ª posição. Ambas têm trajetória reconhecida em pesquisas sobre HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis, áreas que orientam políticas públicas de saúde no Brasil e em âmbito internacional.
Dra. Beatriz Grinsztejn também figura entre os cientistas mais influentes do mundo em dois importantes rankings internacionais: o da plataforma Research.com e o da Universidade Stanford (EUA), elaborado em parceria com a editora Elsevier, uma das maiores no setor científico.
Além delas, outros três cientistas da Fundação Oswaldo Cruz estão na lista divulgada pelo O Globo: Júlio Croda, Felipe Gomes Naveca e Albert I. Ko.
A presença das duas pesquisadoras do INI e dos três pesquisadores da Fiocruz reforçam o papel do INI e de toda Fiocruz na produção científica que contribui diretamente para a formulação e implementação de políticas públicas de saúde baseadas em evidências.
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