Mpox e a nova dinâmica das ISTs: Boletim Epidemiológico do INI/Fiocruz revela raio-x das notificações na instituição
Por: Alexandre Magno
O Serviço de Vigilância em Saúde (Sevs) do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz) lança nova edição do seu boletim epidemiológico. O documento traz análises e dados de doenças e agravos atendidos no Instituto.
Em um momento em que o Rio de Janeiro volta a acender o alerta para a mpox, os dados mais recentes mostram como a doença vem se apresentando nos atendimentos feitos pelo INI. O novo Boletim Epidemiológico consolida o panorama do primeiro semestre de 2026 e traz um raio-x comparativo desde 2022 — período em que a mpox emergiu e passou a figurar entre os 10 agravos mais notificados da instituição.
Além de mostrar as notificações da mpox e demais doenças e agravos, o documento revela uma mudança expressiva no perfil das infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) atendidas no INI, impulsionada pela entrada do Instituto na rede de Vigilância Sentinela.
O boletim também apresenta a série histórica de 2017 a 2025, traçando a oscilação de agravos como tuberculose, sífilis e arboviroses — da chikungunya no período pré-pandemia ao recente pico de dengue —, além de registrar a investigação de um caso suspeito de febre hemorrágica de alta gravidade.
O relatório completo com o ranking de notificações e a análise histórica detalhada já está disponível no Boletim do SEVS 2026.1, Boletim do SEVS 2026.1, que você baixa clicando aqui.
















